ACIM

A Associação Comercial e Industrial de Macaé – ACIM é uma entidade de classe, sem fins lucrativos, filiada a Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Rio de Janeiro – FACERJ.

Com o objetivo de atender aos anseios das classes que representa, a ACIM está presente nos principais eventos e decisões de interesse dos comerciantes e empresários macaenses, participando de fóruns, representações técnicas e institucionais.

MISSÃO

Promover o setor empresarial de Macaé, fortalecendo suas ações, beneficiando os consumidores macaenses, contribuindo para a economia e desenvolvimento do município.

A ACIM procura unir as forças empresariais de Macaé, em prol da evolução socioeconômica da região e também da convergência de interesses entre o poder público e a iniciativa privada. Através de cursos e palestras, voltadas tanto para o empresário como para seu colaborador, a entidade auxilia na preparação de mão de obra, melhorando ainda mais o atendimento no comércio e empresas da cidade.

A realização de campanhas institucionais e/ou promocionais nas datas mais importantes para o setor comercial, como Dia das Mães e Natal, ajuda a fomentar as vendas e reforça o objetivo da instituição, que é tornar o comércio macaense mais forte e sustentável.

História

Uma instituição centenária, que vem ajudando a escrever a história de Macaé. Assim é a Associação Comercial e Industrial de Macaé, entidade que contribui para o desenvolvimento, não apenas do comércio, mas da cidade como um todo, procurando realizar ações com este objetivo. Ao longo de todos esses anos, muitas foram as suas contribuições para a cidade, como para toda a população.

Fundada no dia 9 de abril de 1916 pelo empresário Orlando Farrula, na época proprietário da fábrica de bebidas Lynce, a então nomeada Associação do Comércio, Indústria e Lavoura de Macaé deu início às suas atividades, sendo composta por 60 sócios-fundadores. No entanto, sua primeira reunião de diretoria foi realizada cerca de um mês depois, no dia 13 de maio, na sede da Sociedade Musical Nova Aurora, sendo a data fixada como o aniversário da instituição.

Linha do tempo

Ao longo de sua história, foram inúmeras as reivindicações feitas pela ACIM. Sua participação começou a partir de 1920, quando a entidade conseguiu, junto ao Governo Federal, a reativação do Canal Macaé-Campos para o transporte de cargas. Naquele mesmo ano, por conta do grande movimento, o Porto de Macaé teve seu cais aumentado em 30 metros.

Em 1922, a entidade elaborou o sistema viário do município, considerando as regiões mais produtivas. O plano foi executado pelos poderes públicos, considerando os traçados sugeridos pela ACIM.

Um ano depois, a entidade já tinha a sua primeira sede própria, na Avenida Rui Barbosa. No mesmo ano, a Associação Comercial foi a responsável pela instalação da primeira agência bancária da cidade, cedendo para o Banco do Brasil o pavimento térreo de sua sede para o funcionamento da agência.

Até o final da década de 20, Macaé estava no auge do seu progresso, tendo se transformado no celeiro da agricultura do estado, devido ao cultivo do café, responsável por cerca de 60% das atividades econômicas do município. No entanto, a partir de 1930 no início da Era Vargas, a crise do café transformou todo o país e Macaé não ficou de fora: 80% das empresas que atuavam no setor faliram no município. A crise do café prejudicou toda a economia da cidade. Nesta época, até a ACIM passou por dificuldades financeiras e teve que vender parte do terreno de sua sede.

O progresso só foi retomado a partir de 1945, aos poucos com a retomada do comércio. Mas foi somente em 1979, com o início das atividades da Petrobras na Bacia de Campos e a instalação da sede da empresa em Macaé, que o município voltou a crescer de maneira efetiva.

No início da década de 80, a produção de petróleo na região já era considerável. Nesta época, Macaé se tornou o primeiro município brasileiro a levantar a bandeira da cobrança de royalties sobre a exploração de petróleo. O objetivo era mudar a Lei 2004, da década de 50, que só previa o pagamento de royalties sobre o óleo extraído da terra.

Junto com a prefeitura e a Câmara de Vereadores, a ACIM participou deste movimento, que culminou com a aprovação, em 1985, da Lei 7453, que permitiu que 37 municípios fluminenses recebessem um percentual sobre o petróleo extraído pela Petrobras na Bacia de Campos. Foi o início dos royalties, hoje responsável por cerca de 40% do orçamento de Macaé. Recentemente, a instituição também apoiou o movimento contra a redistribuição de royalties, dos contratos já existentes.

Com o crescimento da cidade por conta da indústria do petróleo, a ACIM teve papel fundamental ao reivindicar e ver atendidos os anseios da comunidade. Uma destas lutas foi em relação à segurança pública, com a implantação do 32º Batalhão de Polícia Militar, em 2001, mesmo ano de realização da primeira Feira Brasil Offshore em Macaé, hoje o terceiro maior evento de petróleo do mundo. E por falar em Brasil Offshore, o evento nasceu em uma reunião de Diretoria da ACIM, quando os diretores, que são empresários da cidade, identificaram a importância de se fazer um evento voltado para o setor de Petróleo e Gás, que trouxesse movimento para a economia do município.

Tudo isso, foi fundamental para que Macaé se tornasse a cidade que é hoje, mesmo com todas as demandas ainda existentes. O fato é que, para falar da atuação da ACIM, é impossível não relembrar uma história tão marcante e participativa como esta.

Atualmente, a Associação Comercial e Industrial de Macaé se prepara para o futuro. Conquistando novos associados a cada dia e vislumbrando uma demanda crescente, percebemos um entendimento maior da classe empresarial sobre a importância do associativismo, o que sempre foi o nosso objetivo. Além disso, a ACIM está mais consciente do seu papel e empenhada em atuar na direção certa, de acordo com as demandas de seus associados, estando em consonância com a sua missão, que é lutar pelo desenvolvimento do comércio e setor empresarial de Macaé.



A Associação Comercial e Industrial de (ACIM) participou das discussões junto a prefeitura e a secretaria estadual de Ciências, Tecnologia e Inovação para a formatação de um novo projeto de Educação Profissionalizante voltado a preparar a mão de obra local para atender a nova demanda das atividades econômicas locais.
Através da integração entre a Faetec (Fundação de Apoio à Escola Técnica) e do CETEP (Centro de Educação Tecnológica e Profissional), a prefeitura e o governo do Estado oferecerão cursos gratuitos que irão preparar profissionais da cidade para atuar nos setores que já projetam investimentos voltados a áreas como o mercado offshore, produção de energia, prestação de serviços e logística.
A proposta de formatação do projeto unificado de qualificação profissional foi apresentada pelo prefeito Welberth Rezende e o secretário estadual de Ciências, Tecnologia e Inovação, Dr. Serginho.
O diretor da ACIM ,Jânio Moura, participou do encontro e defendeu a criação de cursos de capacitação de profissionais do comércio, da indústria e do setor de prestação de serviços, contribuindo assim com o processo de modernização exigido pela nova dinâmica econômica da cidade.


A continuidade das operações aéreas que atendem ao setor offshore, durante o andamento das obras de construção do novo terminal de passageiros no Aeroporto de Macaé, foi avaliada e assegurada pela Zurich Airport ao Repensar Macaé, em reunião realizada nesta segunda-feira (19).
Principal base brasileira de apoio a logística offshore, o Aeroporto de Macaé registra o maior número de operações de embarque e desembarque de passageiros que atuam nas plataformas em operação nas Bacias de Campos e de Santos.
Administrado pela Zurich Airport desde 2019, o Aeroporto passará por um novo processo de modernização através do aporte de investimentos estimados em R$ 160 milhões destinados a construção de um novo terminal de embarque e desembarque de passageiros, com conceito voltado a expandir também setores comerciais e exploração de atrativos locais, como o turismo.
Previsto para ser iniciado em 2022, o projeto prevê também a expansão da pista do Aeroporto de 1.200 metros para 1.600  metros, intervenção que causou preocupação dos representantes das instituições empresariais locais que compõem o Repensar Macaé.
“Estamos em um momento de retomada do mercado do petróleo nacional, em especial, com uma nova dinâmica de operações também baseadas na produção do gás. O Aeroporto é essencial para toda essa atividade e os investimentos anunciados pela Zurich representam a confiança em nossa economia e a certeza de que estamos no caminho certo”, afirmou Evandro Cunha, membro da Comissão Municipal e do Conselho Regional da Firjan.
Na reunião, o gestor do Aeroporto, Fernando Castro, afirmou que a estratégia operacional da base não sofrerá alterações durante a execução do novo projeto.
“O projeto de ampliação e modernização do Aeroporto está na fase de licenciamento, com previsão de início em 2022 e conclusão em 15 meses. Assumimos o compromisso de efetuar planejamento para garantir as operações dos voos offshore durante o andamento das obras”, explicou Fernando Castro.
O presidente da Associação Comercial e Industrial de Macaé (ACIM), Olavo Pinheiro Júnior, também destacou que os investimentos anunciados pela Zurcih geram impacto positivo na economia da cidade.
“O projeto do novo terminal de passageiros do Aeroporto apresenta um novo perfil comercial ao destacar um conceito que atende a diferentes segmentos do setor varejista. Uma proposta interessante que representa também a expectativa de uma dinâmica econômica de Macaé mais forte, a partir dos próximos anos”, destacou Olavo.
O Repensar
O Repensar Macaé é composto pela ACIM, Comissão Municipal da Firjan, Rede Petro-Bacia de Campos, Macaé Conventions and Visitors Bureau (CVB), SPE (Society of Petroleum Engineers), Sebrae, Associação Macaense de Contabilistas (AMACON), Associação Brasileira das Empresas de Serviços do Petróleo (Abespetro) e Internacional Association of Drillings Contractors (IADC).


A ACIM e demais instituições empresariais de Macaé discutiram junto ao governo municipal a definição de um protocolo para reabertura de atividades comerciais a partir de novo decreto que permita a liberação das lojas de rua, prestadores de serviços, rede hoteleira, polo da gastronomia, além de bares e restaurantes.

A flexibilização dessas atividades foi discutida pela Associação e instituições durante reunião virtual com o prefeito Welberth Rezende e o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Rodrigo Vianna.
O governo propôs avaliar o pedido de acordo com dados epidemiológicos que indiquem uma nova variação da taxa de contágio da COVID-19 no município. Segundo o prefeito, números registrados pelo Centro de Triagem do Paciente do Coronavírus (CTC) já apontam uma diminuição de novas pessoas infectadas, o que abre a perspectiva de redução das medidas de restrições na cidade.
No encontro, o presidente da ACIM, Olavo Pinheiro Júnior, defendeu também a criação de medidas tributárias e auxílios financeiros para ajudar o comércio a recuperar o fôlego, diante do impacto ocasionado pelo decreto em vigor.
“O comerciante já acumula o prejuízo gerado pela pandemia no ano passado. Muitos já não conseguem honrar com seus compromissos e manter o emprego dos seus funcionários. Toda ajuda do governo é válida, especialmente o esforço de reabrir os estabelecimentos dentro dos protocolos sanitários que já seguimos”, defendeu Olavo.
A ACIM e as instituições reforçaram o compromisso de adotar todas as medidas de proteção aos funcionários e aos clientes, dentro dos protocolos sanitários, para evitar a disseminação da COVID-19.
Na quarta-feira (7), o governo e as instituições voltam a se reunir para avançar na construção do protocolo de flexibilização do comércio.

 



A ACIM junto a instituições que representam segmentos importantes da base econômica de Macaé, avaliaram junto ao prefeito Welberth Rezende as medidas de restrições adotadas pelo município para conter o aumento dos índices de contágio do Coronavírus e o percentual de ocupação dos leitos de CTI na cidade.

Em reunião realizada na noite de terça-feira (9), o presidente da ACIM, Olavo Pinheiro Júnior, reiterou junto ao prefeito a necessidade de intervenção imediata diante do novo cenário da pandemia, de maneira que reduza os impactos sobre as atividades comerciais da cidade.
“Reconhecemos a necessidade de intervenção do governo diante do avanço da pandemia e reiteramos a disposição do prefeito em dialogar com as instituições, lutando para manter as atividades abertas, mas com restrições de horário”, destacou Olavo.
Segundo Welberth, não há previsão do governo em determinar o fechamento de atividades comerciais na cidade. No entanto, o prefeito afirmou que a atual fase da pandemia requer a definição de medidas que reduzam a circulação e aglomeração de pessoas.
“O nosso foco é retornar a um cenário de tranquilidade para assegurar as flexibilizações. Porém, estamos hoje em um cenário crítico que é nacional, com a média de novos casos crescente. Precisamos intervir agora, para que não seja necessário fechar atividades e nem colapsar a nossa rede de saúde”, disse Welberth.


Através da iniciativa do Repensar Macaé, a ACIM faz parte do movimento empresarial que defende pautas para estimular o desenvolvimento econômico regional.

Na reunião ampliada realizada nesta sexta-feira (26), com a participação dos secretários estaduais de Fazenda, Guilherme Mercês e de Desenvolvimento Econômico, Leonardo Soares, além do prefeito Welberth Rezende e do deputado estadual Chico Machado, o presidente da ACIM, Olavo Pinheiro Júnior, destacou a importância da união de forças em prol do resgate, não apenas do comércio, mas de todas as atividades base da economia da cidade.
“A ação coletiva, entre o poder público e a iniciativa privada, é essencial para o fortalecimento de todas as atividades econômicas. O caminho a ser trilhado é positivo. E com força de vontade e companheiros vamos conseguir gerar emprego e ajudar Macaé a crescer e se desenvolver ainda mais”, destacou Olavo.
Na reunião, o presidente da ACIM prestou homenagem às autoridades presentes com a entrega do livro em celebração ao centenário da ACIM.
Prefeito Welberth Rezende
Deputado Estadual Chico Machado
Secretário Leonardo Soares
Secretário Guilherme Mercês
Secretário Rodrigo Vianna

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