O cumprimento das regras de Posturas, baseadas nas diretrizes estabelecidas pelo decreto municipal 034/2021, foi discutida pela ACIM junto ao governo municipal e as instituições empresariais que representam a rede hoteleira e o polo gastronômico do município.

Em reunião realizada nesta quinta-feira (25), governo e instituições discutiram a interpretação do artigo 3º do decreto, que ampliou o horário de funcionamento dos restaurantes da cidade que podem atender de 11h30 às 23h.
O entendimento sobre o horário de fechamento total dos estabelecimentos foi discutido entre a secretaria municipal de Desenvolvimento Econômico e a  Coordenadoria Especial de Posturas, junto a ACIM, Convention and Visitors Bureau de Macaé (CVB), Polo Gastronômico de Macaé e a representação regional da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel).
A proposta de ampliação do horário permitido aos restaurantes será levada pela Postura ao grupo de trabalho do governo que define as regras de flexibilizações.
“As atividades comerciais da cidade ainda tentam superar os impactos gerados pela pandemia. E cada hora de funcionamento representa a manutenção de empregos e a sobrevivência de diversos negócios”, destacou Olavo Pinheiro Júnior, presidente da ACIM.



A criação de um cadastro de fornecedores, seguindo os critérios e exigências definidas por legislações municipal e federal, foi proposta pela ACIM junto à Câmara de Dirigentes Lojistas de Macaé (CDL) à prefeitura. O objetivo é facilitar o acesso do comércio local a política de compras da rede pública de Educação.
Em reunião realizada nesta terça-feira (23), as instituições definiram junto as secretarias municipais de Desenvolvimento Econômico e de Educação a criação de um sistema direcionado aos comerciantes da cidade que estão aptos a vender materiais de consumo (limpeza e escritório) e produtos permanentes (mobiliário, equipamentos eletrônicos e peças para manutenção básica) de forma direta para as 108 escolas da rede municipal.
A proposta é que, de início, a equipe da secretaria de Educação apresente à ACIM e CDL o protocolo de regras e exigências necessárias para que os comerciantes da cidade possam vender para os diretores da rede municipal.
“Muitos comerciantes desconhecem essa prática da rede municipal. Existem instituições parceiras que podem nos ajudar a preparar os nossos empresários a atender essa política de compras das escolas que, sem dúvidas, contribuirá de forma direta para o resgate do setor”, defendeu Olavo Pinheiro Júnior, presidente da ACIM.
A inciativa conta com a contribuição de Luis Henrique Fragoso, presidente do CDL Macaé.


Os presidentes da ACIM, Olavo Pinheiro Júnior e da CDL Macaé, Luís Henrique Fragoso, assinaram ofício já entregue a prefeitura que reforça a luta pelo resgate do comércio local.

No documento, as instituições destacam a necessidade de realização da força-tarefa para garantir a manutenção do Calçadão da Avenida Rui Barbosa e ruas adjacentes, além do reforço na segurança.
O ofício foi encaminhado ao secretário municipal da Desenvolvimento Econômico, Rodrigo Vianna, e entregue por Olavo e Luís Henrique ao secretário adjunto de Políticas Energéticas, Júnior Luna.

Confira o documento:

 



Intervenções de manutenção no Calçadão da Avenida Rui Barbosa e demais ruas importantes para a atividade comercial no Centro foram definidas entre a ACIM e a prefeitura.

Ações de limpeza, ordenamento e fiscalização serão realizadas já nesta semana no Calçadão, iniciando assim o processo de resgate da área considerada como o “coração do comércio da cidade”.
“Acreditamos na inciativa da prefeitura em atender os anseios dos comerciantes, em reorganizar o Calçadão, promover a fiscalização e revitalizar o espaço que é vital para o nosso setor”, afirmou o presidente da ACIM, Olavo Pinheiro Júnior.
A intervenção será liderada pela secretaria de Desenvolvimento Econômico, com a participação das secretarias de Mobilidade Urbana, Ordem Pública e Infraestrutura.
No encontro, o prefeito Welberth Rezende afirmou que o comércio será prioridade nas ações definidas pelo governo para estimular a economia da cidade.
“Esse momento marca o retorno do diálogo entre o governo e o empresariado local. Sabemos das dificuldades e vamos trabalhar para levar as soluções. Essa agenda será contínua para assegurar também a realização de projetos a médio e a longo prazo”, destacou o prefeito.
A diretora da ACIM, Valéria Ribeiro, destacou a necessidade de conscientizar os comerciantes e funcionários do setor sobre o descarte de resíduos em espaços e horários adequados.
A ACIM destacou também a necessidade de rediscutir a continuidade da tenda que bloqueia o trecho da Avenida Rui Barbosa em frente à agência da Caixa Econômica.
A reunião contou também com a participação da Câmara de Dirigentes Lojistas de Macaé (CDL).


Uma nova regra definida pela Petrobras para executar pagamentos a fornecedores, de bens e serviços, gerou reação a empresas que atuam na cadeia produtiva offshore local. E a ACIM já se mobiliza para discutir a pauta.

O sinal de alerta ocorre diante do aumento do prazo para a efetivação dos pagamentos previstos por contrato. Antes liberados em 30 dias, agora as empresas aguardarão 90 dias para receber da Petrobras. A medida vale para novos acordos celebrados a partir de dezembro do ano passado.
A ampliação do prazo eleva o gargalo já encarado pelas empresas da cadeia de fornecedores de Macaé, além de causar um efeito nocivo em cadeia sacrificando o comércio.
“Quem vende ou presta serviços para as empresas contratadas da Petrobras levará ainda mais tempo para receber. E isso afeta diretamente a nossa cadeia de fornecedores que já encara um desafio enorme de manter as portas abertas diante da pandemia”, afirma Vitor Silva, diretor de Petróleo, Energia e Relações Exteriores da ACIM.
A mudança na regra foi tema da primeira reunião geral de diretora da ACIM, realizada na noite de quarta-feira (28).
A Associação, junto as demais instituições empresariais locais,  buscará agendas institucional e política para garantir um caminho de diálogo com a Petrobras afim de evitar ainda mais impactos no setor.
“Esses contratos são os pilares da economia gerada pelo mercado do petróleo. E qualquer mudança nessas regras sacrifica diretamente o comércio que não tem fôlego para suportar dois ou três meses a mais para receber faturas. Precisamos reverter essa situação”, afirma Olavo Pinheiro Júnior, presidente da ACIM.

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