ACIM se mobiliza diante de nova regra de pagamentos a fornecedores da Petrobras

Uma nova regra definida pela Petrobras para executar pagamentos a fornecedores, de bens e serviços, gerou reação a

Uma nova regra definida pela Petrobras para executar pagamentos a fornecedores, de bens e serviços, gerou reação a empresas que atuam na cadeia produtiva offshore local. E a ACIM já se mobiliza para discutir a pauta.

O sinal de alerta ocorre diante do aumento do prazo para a efetivação dos pagamentos previstos por contrato. Antes liberados em 30 dias, agora as empresas aguardarão 90 dias para receber da Petrobras. A medida vale para novos acordos celebrados a partir de dezembro do ano passado.
A ampliação do prazo eleva o gargalo já encarado pelas empresas da cadeia de fornecedores de Macaé, além de causar um efeito nocivo em cadeia sacrificando o comércio.
“Quem vende ou presta serviços para as empresas contratadas da Petrobras levará ainda mais tempo para receber. E isso afeta diretamente a nossa cadeia de fornecedores que já encara um desafio enorme de manter as portas abertas diante da pandemia”, afirma Vitor Silva, diretor de Petróleo, Energia e Relações Exteriores da ACIM.
A mudança na regra foi tema da primeira reunião geral de diretora da ACIM, realizada na noite de quarta-feira (28).
A Associação, junto as demais instituições empresariais locais,  buscará agendas institucional e política para garantir um caminho de diálogo com a Petrobras afim de evitar ainda mais impactos no setor.
“Esses contratos são os pilares da economia gerada pelo mercado do petróleo. E qualquer mudança nessas regras sacrifica diretamente o comércio que não tem fôlego para suportar dois ou três meses a mais para receber faturas. Precisamos reverter essa situação”, afirma Olavo Pinheiro Júnior, presidente da ACIM.

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