ACIM e instituições propõem ao governo protocolo de flexibilização do comércio

A ACIM e demais instituições empresariais de Macaé discutiram junto ao governo municipal a definição de um protocolo

A ACIM e demais instituições empresariais de Macaé discutiram junto ao governo municipal a definição de um protocolo para reabertura de atividades comerciais a partir de novo decreto que permita a liberação das lojas de rua, prestadores de serviços, rede hoteleira, polo da gastronomia, além de bares e restaurantes.

A flexibilização dessas atividades foi discutida pela Associação e instituições durante reunião virtual com o prefeito Welberth Rezende e o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Rodrigo Vianna.
O governo propôs avaliar o pedido de acordo com dados epidemiológicos que indiquem uma nova variação da taxa de contágio da COVID-19 no município. Segundo o prefeito, números registrados pelo Centro de Triagem do Paciente do Coronavírus (CTC) já apontam uma diminuição de novas pessoas infectadas, o que abre a perspectiva de redução das medidas de restrições na cidade.
No encontro, o presidente da ACIM, Olavo Pinheiro Júnior, defendeu também a criação de medidas tributárias e auxílios financeiros para ajudar o comércio a recuperar o fôlego, diante do impacto ocasionado pelo decreto em vigor.
“O comerciante já acumula o prejuízo gerado pela pandemia no ano passado. Muitos já não conseguem honrar com seus compromissos e manter o emprego dos seus funcionários. Toda ajuda do governo é válida, especialmente o esforço de reabrir os estabelecimentos dentro dos protocolos sanitários que já seguimos”, defendeu Olavo.
A ACIM e as instituições reforçaram o compromisso de adotar todas as medidas de proteção aos funcionários e aos clientes, dentro dos protocolos sanitários, para evitar a disseminação da COVID-19.
Na quarta-feira (7), o governo e as instituições voltam a se reunir para avançar na construção do protocolo de flexibilização do comércio.

 

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